domingo, 27 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Por trás dos segredos das religiões de dominadores de almas

desespero de uma família entre salvar a vida de uma criança de dois anos e o respeito a preceitos religiosos repercutiu na opinião pública de Altamira. A Justiça precisou interferir, a pedido da mãe, para que a criança recebesse uma transfusão de sangue, já que o pai do garoto é Testemunha de Jeová, religião que proíbe essa ação.

A criança de dois anos está internada na UTI pediátrica do Hospital Regional da Transamazônica desde o último dia 4. De acordo com o conselho tutelar, os médicos que atenderam o menino afirmaram que o estado de saúde dele é grave. Os exames comprovam anemia crônica, diarreia e desnutrição, o que exigia imediatamente uma transfusão de sangue.

Enquanto a conselheira tutelar Málaque Maud, que acompanha o caso desde o início, declarava o medo de que a criança viesse a morrer se não fosse feito nada, um documento foi feito pelo pai do menino e entregue aos médicos, declarando a religião dele e proibindo qualquer transfusão de sangue.

REAÇÕES-A decisão do pai do menino em não autorizar a transfusão provocou reações de revolta entre os familiares. A avó da criança acusou o pai de negligência e culpou a religião dele. “Será que Deus quer que o filho dele morra? Isso não é normal, não”.

Acionado pelo conselho tutelar, o juiz Geraldo Neves Leite, da Vara da Infância e Juventude de Altamira, decidiu pela transfusão, autorizando os médicos a tratarem o garoto mesmo contra a vontade do pai.

A transfusão foi feita logo em seguida à decisão judicial. A criança passa bem, mas deve ficar ainda por cerca de duas semanas no hospital, em observação.

O pai do garoto foi procurado pelo DIÁRIO, mas não quis falar sobre o assunto. (Diário do Pará)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

design natural

   

QUARTA-FEIRA, AGOSTO 11, 2004

Sites com lendas indígenas tentam explicar o universo

"Quando cruzaram o Atlântico, os europeus encontraram não apenas um novo mundo material mas também um novo reino mítico, cuja diversidade e riqueza nada ficam a dever às lendas do velho continente. Conhecer esse legado é hoje tarefa simples, pois boa parte desses mitos povoa o mundo virtual da internet. Uma introdução ao tema das lendas dos povos indígenas brasileiros é encontrada em groups.msn.com/LendoRelendo/. Apesar de o site ser simples, o conteúdo é bom. A lenda de Iara, sereia dos rios brasileiros, o mito da origem da mandioca e outros tópicos do folclore brasileiro estão neste site. Outra página que possui boa variedade de mitos é esta. Quem procura uma descrição bem resumida das lendas indígenas brasileiras pode acessar o endereço www.fundaj.gov.br/. Uma espécie de curso on-line sobre mitos indígenas pode ser encontrado aqui. Contos e lendas dos índios da América hispânica estão neste site(em espanhol). Em www.naya.org.ar/(em espanhol), o internauta encontra um dicionário de mitos e lendas de índios latino-americanos. Quem busca textos acadêmicos sobre mitos incas, maias, astecas e dos índios da América do Norte deve acessar este site ou então este. Ambos estão em inglês. No site www.indians.org/ (em inglês), estão disponíveis dezenas de contos e lendas dos nativos norte-americanos. Também merece uma visita este endereço (em inglês). É um site de astronomia que traz, como adendo, versões mitológicas de vários povos sobre a origem do universo e dos astros."