domingo, 14 de novembro de 2010

Idéias e novas idéias

Por que o ateísmo vai substituir a religião

Por que o ateísmo cresce mais rápido do que a religião
Primeiro, quanto à distribuição do ateísmo no mundo, um padrão claro podem ser discernidos. Na África Subsaariana há quase nenhum ateísmo (Zuckerman, 2007). A crença em Deus diminui nos países mais desenvolvidos e está concentrada na Europa, em países como a Suécia (64% ateus), Dinamarca (48%), França (44%) e Alemanha (42%). Em contraste, a incidência do ateísmo, na maioria dos países da África Subsariana é inferior a 1%.
A questão de por que os países desenvolvidos economicamente voltar para o ateísmo tem sido golpeado ao redor por antropólogos de 80 anos aproximadamente. O antropólogo James Fraser propõe que a previsão científica e de controlo de natureza suplanta a religião como um meio de controlar a incerteza em nossas vidas. Este palpite é suportada por dados mostrando que os países mais educados têm níveis mais elevados de crença e não há forte correlação entre ateísmo e inteligência .



Os ateus são mais prováveis de serem pessoas com formação superior e que vivem nas cidades e são altamente concentrados nas democracias sociais da Europa. O ateísmo, portanto, em meio a flores de riqueza, onde a maioria das pessoas se sentem economicamente segura. Mas por quê?
Parece que as pessoas voltam para a religião como um bálsamo para as dificuldades e incertezas de suas vidas. Nas democracias sociais, há menos medo e incerteza sobre o futuro, porque os programas de assistência social constituem uma rede de segurança e saúde melhor significa que menos pessoas podem esperar morrer jovem. As pessoas que são menos vulneráveis às forças hostis da natureza se sentir mais no controle de suas vidas e menos na necessidade da religião.
Além de ser o ópio do povo (como Karl Marx expressou desdém), a religião também pode promover a fertilidade, particularmente através da promoção do casamento, segundo dados revisados pelo copioso Sanderson (2008). As famílias numerosas são preferenciais em países agrícolas como fonte de trabalho livre. Nos países desenvolvidos "ateu" de países, as mulheres têm pequenas famílias a título excepcional e não precisa de religião para ajudá-los a criar famílias grandes.
Mesmo as funções psicológicas da religião face dura concorrência de hoje. Nas sociedades modernas, quando as pessoas experimentam dificuldades psicológicas que giram ao seu médico, psicólogo ou psiquiatra. Eles querem uma correção científica e preferem a medicamentos psicotrópicos real côncava para fora pelos médicos para os opiáceos metafórica oferecido pela religião.
Além disso, os psicólogos do esporte achar que espectador esporte proporciona muito mesmo tipo de social e espiritual, os benefícios como as pessoas obtêm dos membros da igreja, é o caso de que esporte está substituindo a religião. Precisamente o mesmo argumento pode ser feito para outras formas de entretenimento com que os espectadores se tornam profundamente envolvidos. Na verdade, a religião é revidando ao tentar competir em meios populares, como televangelism e rock cristão e secular hospedagem de entretenimento ao vivo na igreja.
As razões que as igrejas perder terreno nos países desenvolvidos pode ser resumida em termos de mercado. Primeiro, com uma ciência melhor, e com redes de segurança, governo e famílias menores, há menos medo e incerteza na vida diária das pessoas e, consequentemente, menos de um mercado para a religião. Ao mesmo tempo, produtos alternativos estão sendo oferecidos, tais como medicamentos psicotrópicos e entretenimento eletrônico que têm menos imposições e que não requerem servil conformidade às crenças não-científico. 




quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Poluição Sonora nas Cidades

O barulho nas cidades: acústica em discussão
Especialistas discutem a poluição sonora na cidade de Belém em evento organizado pela Sociedade Brasileira de Acústica,  Crea-PA,  Museu Goeldi e Universidade Federal do Pará
Agência Museu Goeldi – Nesta quinta-feira (4/11/2010), acontece o 1º Seminário da Sociedade Brasileira de Acústica (Sobrac) da Região Norte do país com o objetivo de discutir temas relacionados à engenharia acústica e ao controle da poluição sonora em Belém.Voltado para engenheiros e arquitetos, o evento, aberto ao público, será realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-PA), às 18 horas.
O seminário terá como tema “Acústica, Vibrações e Controle da Poluição Sonora em Belém do Pará” e contará com a presença do prof. José Luiz Bento Coelho, do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (Portugal), e da profa. Letícia de Sá Rocha, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Letícia Rocha dará destaque para a acústica nas salas de música, tema bordado em seu mestrado pela UFPR. A professora realiza pesquisa na área de Arquitetura e Urbanismo, desenho de produto e engenharia civil. Já Bento Coelho trará ao público do evento um pouco das normas e regulamentações acústicas em vigor na Europa e fará ainda uma pequena análise da situação de Belém e das suas novas normas acústicas relacionadas aos edifícios. O professor é Ph.D. pelo Institute of Sound and Vibration Research (Reino Unido), consultor do Projeto de Cartografia de Ruído de Hong Kong e do Projeto piloto de Cartografia de Ruído da Turquia. Com mais de 200 artigos científicos publicados, é também orientador da pesquisa de doutorado do arquiteto do Museu Goeldi, Antonio Carlos Lobo Soares.
Acústica no Museu - “A importância do seminário está mais no fato das pessoas que pesquisam o assunto se conhecerem e saberem o que os outros estão fazendo. É um primeiro contato, para saber o que tem sido feito na área”, conta Lobo Soares, que representa o Goeldi na organização do evento. Arquiteto do Museu Goeldi, Lobo Soares desenvolveu pesquisa no mestrado sobre os impactos da urbanização sobre os parques públicos, com destaque para o caso do Parque Zoobotânico do Museu Goeldi. O estudo analisa, principalmente, os impactos causados pelos edifícios e trânsito no entorno do local, além do comportamento de visitantes e funcionários do PZB.
O 1º Seminário de Acústica da Região contará com a participação de representantes da Sobrac, da Sobrac da Região Norte (ainda em fase de estruturação), do CREA-PA, do Juizado do Meio Ambiente, da Universidade da Amazônia e da Delegacia de Meio Ambiente. A entrada é franca, e não é necessário inscrição prévia.
Sobrac – A Sociedade Brasileira de Acústica foi criada em 1984, para difundir informações sobre acústica e vibrações entre pesquisadores, fabricantes de equipamentos, consultores, estudantes e usuários. Para alcançar tal objetivo, a Sobrac realiza encontros, seminários e congressos, assim como campanhas de sensibilização. Além disso, também publica revista com artigos científicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.
Texto: Vanessa Brasil.




domingo, 7 de novembro de 2010

Trovão da Amazonia nos Edificios - Deus da Amazonia no Inverno Amazonia

            

Descargas     Elétricas


Cerca de 95% do prédios de Belém estão com problemas nos pararaios. Isso significa dizer que moradores, funcionários e transeuntes que frequentam esses locais estão sujeitos a descargas elétricas que levam a grandes riscos de paradas cardíacas e respiratórias, que podem levar à morte ou a sequelas, como perda de memória e diminuição da capacidade de concentração.

O balanço é do professor e mestre da Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Pará, Raimundo José Soares Mota. Ele afirma que quase a totalidade dos para-raios da Grande Belém possui hoje problemas de concepção, projeto e instalação.

Isso deve-se ao fato de que, a cada dois ou três anos, criam-se novas regulamentações a respeito do assunto, mas não há a manutenção adequada nos edifícios. “A ação do pararaios é muito limitada. Se o prédio for grande, por exemplo, é necessário ter atenção para que todo o imóvel fique protegido”, disse.

Há 10 anos, em Belém ainda utilizava-se um modelo de para-raios radioativo, que, se não fosse bem manuseado ou armazenado, poderia causar sérios danos à saúde dos seres humanos. Nessa época, aqueles equipamentos que necessitavam ser trocados eram armazenados no laboratório de radiação da UFPA, que chegou a ter 54 para-raios armazenados.
Porém, há alguns anos o local foi desativado e os poucos equipamentos desse modelo que ainda existem em Belém precisam ser encaminhados para São Paulo, Pernambuco e Goiás.
Recentemente, um alerta foi feito pelo especialista em descargas elétricas Luiz Pereira.
Segundo ele, o Brasil é o país com maior incidência de raios em todo o mundo e a região amazônica é a que mais atrai esse tipo de descarga elétrica – cerca de 40% a 50% de todos os raios que caem no Brasil são na região amazônica, o que significa 25 milhões de descargas atmosféricas por ano.

Um dado alarmante: de 2008 para 2009, os números de raios incidentes sobre a região aumentaram em 70%, quando a média mundial é de cerca de 10% a cada meio grau de aquecimento global. “Os motivos para isso são o clima tropical e a umidade.
Na Amazônia chove bem mais que em outras localidades e o solo é mais úmido, o que significa dizer que estão cada vez mais suscetíveis a esses problemas”.
Ele destaca que o pararaios é obrigatório em prédios, escolas, igrejas, creches a concentração de pessoas é muito grande e, caso ocorra algum tipo de sinistro, o síndico ou os responsáveis pelos locais serão responsabilizados civil e criminalmente.
“Mesmo que em uma assembleia de moradores, por exemplo, fique decidido que todos optem por não colocar o pararaios, o síndico será responsabilizado”, explica.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), os raios causam prejuízos de US$ 200 milhões ao Brasil e afetam as linhas de transmissão de energia, de telefonia, as indústria, causam incêndios florestais e matam pessoas e animais.
Ao atingir uma pessoa, o raio pode causar sérias queimaduras e outros danos ao coração, pulmões, sistema nervoso central e outras partes do corpo, através do aquecimento e de uma variedade de reações eletroquímicas. A chance de sobreviver é de apenas 2%.
ENTENDA OS PARA-RAIOS
Os para-raios são hastes metálicas que ficam conectadas à terra através de cabos condutores. Essas hastes colocadas nos edifícios criam um caminho para a passagem da descarga elétrica, ou seja, do raio. Por ser um objeto de metal, a sua presença aumenta a possibilidade da ocorrência dos raios.
MANUTENÇÃO
É muito importante verificar se o para-raios está montado corretamente e bem localizado, de forma que ele fique mais atrativo que os possíveis alvos que o raio pode encontrar durante uma descarga.
O para-raios foi uma invenção criada para procurar um meio de desviar os raios de qualquer possível alvo.
EVITE OS RAIOS
EM TEMPO FECHADO
- Em campos abertos (como campo de futebol ou fazendas), nunca ficar embaixo de árvores;
- Não ficar encostado ou próximo de pilares metálicos;
- Em hipótese alguma ficar dentro de piscinas, lagos ou praias. A dica é que, nos clubes, haja sirenes e placas avisando que em caso de chuva os usuários devem sair dos locais com água.
- Em residências, deve-se evitar atender ao telefone.
- Não ficar próximo de janelas e portas metálicas.
- Não tomar banho.
- Não lavar louça
EVITE OS RAIOS
MANUTENÇÃO

Dicas para saber se o para-raios do seu prédio está adequado:
1- Verificar se há um cabo ou fita de alumínio circundando todo o perímetro da cobertura e caixa d’água e se todas as antenas ou partes metálicas estão interligadas.
2 - Verificar se há um cabo de cobre descido até o chão a cada 20 metros – muitos possuem somente um cabo.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Luli E Ufos

ULI E A UFOLOGIA
Em 15 de outubro de 1979 um universitário amigo da família precisou ir do Rio de Janeiro a Saquarema (92 quilômetros) à noite buscar documentos que havia esquecido na casa de filha da Luli e ela, que tinha 54 anos, aproveitou para ir junto. Estranhamente ele errou a estrada e foi por uma de terra. No caminho viram osnis/ovnis saindo do mar. Ficaram pouco tempo em Saquarema e, na volta, FX (ou FG) que aparece com idades de 18 a 25 anos em diferentes textos, errou novamente o caminho e voltaram a aparecer os objetos voadores quando estavam perto de Ponta Negra, provocando efeitos raros no carro. Quando Luli e FX pararam para tomar um café, constataram que estavam com amnésia (missing time) de cerca de 2 horas. Em 9 de janeiro de 1980 Luli foi hipnotizada em Niteroi pelo professor de medicina Dr. Sílvio (Pereira do) Lago (1909-1998), um dos primeiros hipnólogos em ufologia do Brasil e do mundo, com a presença da ufóloga e autora Irene Masloum Granchi (n.1913) e do Ufólogo Brasileiro Honorário, jornalista e autor dos EUA Bob Pratt. Retirado o “missing time” se revelou uma dupla abdução. Luli e FX foram levados com o carro para dentro de uma enorme nave mãe e examinados a bordo por seres parecidos a ratos, com pés como os de patos, com pele entre os dedos. O nome do FX foi revelado por http://www.waterufo.net/item.php?id=275
Metade dessa história foi contada por Irene Granchi na revista OVNI Documento nº 8 e complementada na revista Planeta 98, de novembro de 1980 com 5 páginas A4 ilustradas. O falecido Bob Pratt publicou o caso em seu site e em http://www.mufon.com/bob_pratt/luli.html , com ilustrações e a transcrição da hipnose. O caso foi também publicado, com foto, em “Não Existem Discos Voadores”, 1986, de Max Sussol. Anos depois Luli, durante uma palestra sobre ufologia, se assustou muito ao ver projeção de desenhos representando os seres que a abduziram, pois ficou com Transtorno do Estresse Pós Traumático (ver http://www.terra.com.br/istoegente/203/saude/ ).
Como os osnis/ovnis sairam do mar e voaram muito perto dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont e de bases da Marinha, devem ter sido registrados pelos radares. Como essas abduções completarão 30 anos em 2009, é de se esperar que o governo confirme a invasão de nossos espaços aéreo e marítimo naquele local, data e hora, como manda a lei 11.111/2005, cujo cumprimento é de responsabilidade da CAAIS – Comissão para Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, coordenada pela Casa Civil com a participação dos Ministros da Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Segurança Institucional, o advogado geral da União e o secretário especial dos Direitos Humanos. Qualquer cidadão pode requerer liberação de informações.
Vários países já revelaram a autenticidade dos ovnis, como a França, Itália, Reino Unido, Dinamarca e Canadá, e colocaram documentação e informações pormenorizadas na Internet. Vários outros já revelaram ocorrências ufológicas, como o Irã, Perú, Chile, Uruguai, México, Bélgica. A presença frequente de ovnis pilotados na Terra já não é segredo militar internacional. O Brasil “deu um jeitinho”, fez um “faz de conta”, e revelou pouquíssimos fatos que já eram bem conhecidos.

Ufos no Pará


A equipe de oito ufólogos que esteve no último sábado (30) no município de Santo Antonio do Tauá, onde foram avistados dois objetos voadores ainda não identificados nos dias 25 e 26 de outubro, conseguiu novos relatos detalhados entre moradores de Tracuateua da Ponta e Vila dos Remédios.
Entre os participantes do grupo estavam o escritor Walcyr Monteiro, consultor da Revista UFO, e Daniel Rebisso, biomédico e ufólogo que já colaborou com publicações como a própria UFO, Planeta e com o DIÁRIO, entre outros. Outros seis ufólogos civis também integraram o grupo que visitou as comunidades visitadas pelos supostos UFOs.
No início da noite de sábado, os pesquisadores chegaram à localidade de Tracuateua da Ponta, onde iniciaram a “caça” aos moradores que teriam avistado os supostos OVNIs. Um dos primeiros a falar com a equipe foi o morador conhecido como “Seu Cezar”, um dos mais antigos da localidade. Cezar descreveu o objeto como uma aeronave com um foco muito forte, com luzes coloridas pouco acima e que fazia um barulho estranho. “Estavam sentados aqui na praça quando vimos um ‘avião’ com luzes muito brilhantes e fazendo um barulho esquisito. Pensamos que estava com problemas e ia cair em cima das casas. Mas ia devagar e parava. Aqui a gente sabe o que é um avião. Não poderia ser avião porque avião não voa daquele jeito”, disse o morador.